UCB News's profilePanParaPan UCB NewsPhotosBlogListsMore ![]() | Help |
PanParaPan UCB NewsNossos Parceiros: Universidade Católica de Brasília, Jornal de Brasília, TV Brasil, Jornal da Satélite, Util, Agência de Notícias dos Portadores de Necessidades Especiais |
||||||||||||||||||||||||||||||||
|
September 29 SUCESSO!!!! Projetos fazem da Catòlica a melhor universidade Católica se prepara para levar estudantes a Pequim
Passada a euforia dos Jogos Pan e Parapan-americanos do Rio de Janeiro, a Universidade Católica de Brasilia, localizada no Pistao Sul de Taguatinga, começa a organizar a equipe de estudantes e professores que vai cobrir as Olímpiadas e as Para-Olimpíadas de Pequim, na República Popular da China, em 2008 . Os alunos da Catòlica já cobriram os jogos de Atenas (Grécia), a Copa do Mundo em Berlim(Alemanha), e os Pan-americanos de Santo Domingo, no Caribe.
Por causa desses projetos, de sofisticados pesquisas no campo da medicina e o trabalho comunitário desenvolvido nas suas vizinhanças, a universidade taguatinguense acaba de receber do Ministério da Educaçao a nota 4 (quatro), de um total de 5(cinco), o máximo atribuìdo ao ensino superior no Brasil, e que contemplou apenas meia dúzia de universidades e institutos de pesquisa. Com a nota alcançada, a UCB, se classifica como a melhor universidade privada do Centro Oeste, incluindo o Distrito Federal, e se coloca entre as 10 mais importantes do Brasil
Nesse final do mês de setembro a Universidade abriu suas portas para a populaçao participar da Semana Universitária, um período de festas e comemoraçoes acadêmicas, no qual foram promovidos mais 400 eventos: palestras, exposiçoes , demonstraçoes científicas, shows, teatro e, feiras. O projeto PanParapan2007, do curso de Comunicaçao Social da UCB, promoveu uma série desses eventos, mostrando os resultados da experiência do Rio, na presença dos seus parceiros da grande mìdia: TV Brasil, Jornal de Brasìlia, Jornal Satélite, agência Anped e OPN. Foram mostradas as cinco matérias de TV divulgadas em 26 televisóes da América Latina, dois documentários dos Jogos, 60 fotografias,e cerca de 40 matérias, das 158 produzidas, publicadas pela imprensa parceira.
“O Pan foi uma alegria total, o Parapan emocionante: de chorar, como aconteceu na vitória final do vôlei sentado do Brasil contra os Estados Unidos. O Brasil finalmente selou sua posição como uma potência do esporte mundial”, conforme declarou o estudante Ailim Braz, tambèm participante da equipe da UCB. No Pan foram 161 medalhas (54 ouros), no Parapan, 228 (83 ouros) - o dobro do segundo colocado, o Canadá, 113 medalhas. Na Amércia Laina, nosso eterno concorrente, a Argentina, ficou com 52 medalhas. A delegaçao de Brasilia, composta por atletas tambèm de Taguatinga e cidades vizinhas, ganhou várias medalhas, e alguns desses atletas irao competir em Pequim, em meados de 2008.
Universidade para idosos
Além dos 16 mil estudantes matriculados regularmente, a Universidade Catòlica de Brasilia, mantèm duas outras universidades funcionando no mesmo campus: a Universidade do Idoso (Unati) , na qual sao desenvolvidas, gratuitamente, atividades intelectuais e fìsicas, devidamente assistidas, por professores de educaçao fìsica e médicos; a outra é a Catòlica Virtual, uma universidade com quase 5 (cinco) mil alunos no mundo, todos matriculados fequentando cursos à distância.
Dentro do campus a Universidade Catòlica mantèm tambèm um Núcleo de Assessoria Jurídica para ajudar, gratuitamente, pessoas carentes junto â Justiça do Distrito Federal. A Católica coloca â disposiçao da populaçao vários advogados acompanhando os processos de interesse desta populaçao. Na área da Medicina, Odontología e Fisioterapia o Hospital da Catòlica, tambèm no Pistao está aberto para o atendimento público gratuito., August 20 Relato de um viajanteDiário de Bordo
Preparando jornalistas para ocupar a América Ciclo de Estudos prossegue em direção a Pequim
Aylê-Salassié
(Panparapan UCB News) Terminaram os XV Jogos Pan-americanos e os III Jogos Parapan-americanos. Eu e o professor Lunde Braghini dividimos a responsabilidade de coordenar a equipe de estudantes de jornalismo da Universidade Católica de Brasília, que cobriu os Jogos para parceiros como o Jornal de Brasília, o Jornal Satélite, a Agência de Notícias Anped e a TV Brasil – um canal brasileiro para a América Latina, conectado a 26 televisões do continente.
Não é bem um orgulho – isso não existe em jornalismo –, mas não podemos ignorar o privilégio de ser a única universidade do mundo a fazer esse tipo de experiência pedagógica, repetidas vezes – Sydney, Santo Domingo, Berlim, Atenas, Rio e, provavelmente, Pequim – e com diferentes grupos de estudantes, todos multimídia. Este e os demais projetos fazem parte de um Ciclo de Estudos, desenvolvido aqui no curso de Comunicação Social, pelo Núcleo de Estudos da América Latina (Nuclam), junto com o curso de Educação Física, por meio do prof. Paulo Trindade, ambos da Universidade Católica de Brasília, de cobertura jornalística esportiva, cuja proposta é a formação de novos jornalistas em condições de atuar como correspondentes internacionais.
Dos estudantes que participaram e participam da experiência, tenho quase certeza de que ninguém é o mesmo, depois de cada cobertura dessas feita diretamente. É muito gratificante verificar que chegamos modestamente ao Rio, quase como provincianos, até com menos credenciais que os outros, para fazer uma cobertura jornalística internacional e, no final, estávamos em condições de competir com qualquer uma das equipes profissionais que ali estavam, além do que conseguimos produzir de matérias exclusivas para os parceiros.
Hoje nosso grupo está na praia, curtindo o sol do Rio. Pelo menos foi isso que me disseram, antes do meu retorno a Brasília. Acho que é um descanso merecido. Trabalharam muito. Nossas meninas – Ana Carolina, Bruna, Fabiula, Poliana, Natália – enfrentavam de dia os congestionamentos; e, à noite, atravessavam a cidade de um lado para o outro – do Riocentro ao Engenhão , de Jacarepaguá à Praça Mauá –, sem medo; com o destemor e a responsabilidade do repórter experiente. Para alguns, falta ainda um pouco de maturidade: entender o funcionamento de coisas como o deadline; ou a captar a sagacidade do repórter “furão”, ou mesmo a habilidade no envolvimento do entrevistado, para uma boa “exclusiva”, por exemplo.
Sem credencial no Pan, o Geyson atravessou a segurança em várias competições. O Ricardo Borges foi um dos poucos repórteres – de todos os credenciados do Parapan – que entrou na Vila e foi recebido no apartamento por um atleta: o Antônio Tenório (judô, 100k) . Conseguiu uma conversa longa com ele, sem gravador, e perdeu informações importantes sobre o seu receio na luta do dia seguinte contra o cubano. No embalo, entrevistou o técnico do cubano – os cubanos não falavam com ninguém –, que prestou informações sobre o estado psicológico do seu pupilo e o receio dele de perder a luta: “Duelo de Rivais”. À noite, depois de enviar a matéria, o Ricardo mergulhou no colchão de ar do Geyson, e rolando de um lado para o ouro, gritava eufórico: “Furamos!... Furamos!" E caía na gargalhada. Furamos!... Era um verdadeiro orgasmo. O jornal não publicou a matéria. Levamos furo. Demos também. Tivemos outras situações, algumas até hilárias. Todas, refletiam um aprendizado em desenvolvimento.
Não trocamos idéias ainda com nossos parceiros, mas estamos quase convictos de que cumprimos a missão que nos cabia. Não ouvi também nossos dirigentes acadêmicos, mas não temos dúvida de que a visibilidade da Universidade Católica de Brasília dentro do Distrito Federal, especialmente, cresceu muito com a nossa “mídia espontânea”.
Fechamos a primeira parte do Projeto (treinamento), concluimos a segunda (cobertura de campo), e agora vamos para a terceira (produtos finais), que esperamos colocar à disposição da comunidade, dos parceiros e de outras universidades tão logo estejam concluídos. Obrigado àqueles que nos acompanharam, e vamos torcer para que os atletas da América façam bonito em Pequim. Não nos esqueçamos ainda de que "Abaixo do Colorado temos uma outra América.” E que precisamos ocupá-la com nossos atletas e nossos jornalistas. O que restou dos PanParapanSeqüelas e lições do Pan e do Parapan
Faltam políticas públicas de esporte na América Latina
Aylê-Salassié
(Panparapan UCB News) Terminaram os Jogos Pan e Parapan-americanos do Rio de Janeiro. O Pan foi uma alegria total, o Parapan emocionante: de chorar, como aconteceu na vitória final do vôlei sentado do Brasil contra os Estados Unidos. O Brasil finalmente selou sua posição como uma potência do esporte mundial. No Pan foram 161 medalhas (54 ouros), no Parapan, 228 (83 ouros) - o dobro do segundo colocado, o Canadá, 113 medalhas. No Parapan, nossos eternos rivais, como a Argentina, 52 medalhas; Chile Uruguai, Paraguai, marcaram a presença com apenas 1 medalha cada um, de prata ou de bonze. Países como a Bolivia, para não sair da América do Sul, nao conseguiram uma medalha sequer. Pode-se dizer que o Brasil foi favorecido pelo fato de sediar os Jogos, o que aconteceu anteriormente, com o México e também com a Argentina. Nesse caso, a torcida constitui-se num insumo importante para a chegada na reta final. Mas isso não é tudo.
Tanto o Pan como o Parapan trouxeram lições fundamentais para que o Brasil possa de candidatar às Olimpíadas e às Paraolimpíadas de 2016, mas também algumas seqüelas, não tão pequenas que não venham a servir de marca para os Jogos no Brasil. A primeira delas foi o que o jornalista Augusto Nunes, do Jornal do Brasil, chamou de “A capitulação com desonra” do governo brasileiro, capitaneado, no caso, pelo ministro Tarso Genro, da Justiça, que mandou capturar e devolver à Cuba os lutadores de boxe Gillermo Rigondeaux e Erislandy Lara, aqueles mesmos que acreditaram na “bravata” dos governos liberais democráticos da “liberdade do ir e vir”. Desde os anos de chumbo não se via uma agressão tão expressiva aos direitos individuais e uma solução tão rápida. As duas promessas cubanas ficarão fora das Olimpíadas de Pequim e, quiçá, dos Jogos que vierem depois.
Como seqüelas, ficaram também as marcas dos atrasos nas obras de engenharia para a realização dos Jogos. Foram adiamentos seguidos para dar oportunidade a que o Pan servisse de instrumento de barganha política. As marcas estão na Vila e no prédio do Engenhão, que já apresentam algumas rachaduras. Os problemas da Vila Olímpica ficarão com os apressados que compraram os apartamentos; a reparação dos problemas do Engenhão reparação vai consumir ainda muitos recursos, uma “grana preta”, como diz um dirigente do Botafogo. Mesmo assim, a direção do clube está disposta a trocar o “monstrengo” pela sua histórica sede de General Severiano. Comenta-se ainda por aqui que os investimentos nas mesmas obras vão merecer uma auditoria do Tribunal de Contas da União.
Não faltará também, no meio político, quem vai se lembrar, vez por outra, das vaias recebidas pelo Presidente Lula na abertura dos Jogos Pan-americanos, e que se repetiram, mesmo na sua ausência, na abertura dos Parapan. Essas, contudo, foram contornadas pela visita do Presidente à Vila, onde ele só teve como público um grupo de atletas, de quem recebeu as loas que vinha esperando desde o início dos Jogos. O momento foi simbolicamente importante porque o Presidente anunciou a decisão brasileira de se candidatar como sede das Olimpíadas e das Paraolimpiadas de 2016, o que abre uma oportunidade enorme para um volume imenso de investimentos na reurbanizaçao do Rio de Janeiro, não só das vias públicas, mas também dos edifícios e condições de vida dos habitantes das zonas mais pobres, e até das favelas. Certamente, será uma condição imperiosa para que o Rio de Janeiro tenha sua reivindicação acolhida pelo Comitê Olímpico Internacional (COI).
Nenhum dopping empalideceu a imagem daqueles que competiram no Rio de Janeiro (exceção à brasileira do vôlei), o que demonstra o alto nível dos atletas e um grau elevado de moralização do esporte olímpico, que chegou a tender para uma desestabilização pelo seu uso político (Los Angeles, Munique e Moscou) e pelas grandes negociatas feitas pelos patrocinadores dos Jogos de que fala o livro “Senhor dos anéis”
Mas, e finalmente, o que mais impressionou neste Pan e no Parapan, o primeiro integrado por representantes de 42 países, foi o desequilíbrio do estado da arte do esporte – prática saudável e demonstrativa da qualidade de vida – entre os países da América. Nos Parapan, apenas 18 paises, dos 24 que participaram, tiveram medalhas. Em alguns deles atletas com índices olímpicos ainda têm de fazer leilões de objetos pessoais nos lugares de origem com o fim de reunir recursos para participar do evento. Pela primeira vez, a delegação do Chile, um dos países de melhor renda per capita da América Latina, veio ao Pan com o apoio financeiro do Estado.
Faltam políticas públicas capazes de apoiar, nos diversos países, as atividades esportivas, que, comprovadamente, absorvem muito das contradições geradas pela pobreza na América. O Brasil não foi o campeão de medalhas no Parapan e o terceiro no Pan apenas por causa da torcida. O País dispõe hoje de uma estrutura de política pública na área esportiva – até um Ministério – com seus Comitês e Confederações administrados por pessoas habilidosas e competentes, cujas atividades têm início na rede escolar. Cerca de 250 escolas brasileiras estão dotadas hoje de equipamentos e professores em condições de acompanhar e preparar pessoas com deficiência para a convivência social normal e até para competir em Jogos. A Bolsa Atleta, fruto dos recursos da Loteria Esportiva, tem sido um programa fundamental, e a Caixa Econômica, como “banco social”, um suporte indispensável.
O certo é que o modelo brasileiro, ou mesmo o do Canadá – segundo colocado no Parapan – precisam chegar a esses países , nem que seja com a adoção de programas de ajuda financeira do Banco Interamericano de Desenvolvimento ou do nosso Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. Não se pode ignorar a competência dos técnicos e a habilidade dos atletas cubanos no esporte. O mesmo ocorre com as técnicas e as tecnologias dos norte-americanos. Enfim, o esporte, como um forte instrumento de integração, pode ser o caminho para a redenção da qualidade de vida para muitas comunidades pobres e pessoas deficientes na América, e até para reconhecimento da nossa americanidade. Longe se sermos ufanistas, mas não se pode ignorar que se trata , como dizia José Martí, da “Nuestra América”. É preciso redescobrí-la, e reconquistá-la para os americanos. Cerimônia de Encerramento
ACABOU A FESTA DO PARAPAN Brasil (1º) faturou 228 medalhas; Canadá (2º), apenas 113
Geyzon Lenin e Ricardo Borges
(Parapan UCB News) Em cerimônia na vila Pan-americana terminou os III Jogos Parapan-Americano, do Rio de Janeiro. A competição começou no dia 12 e foi até ontem(19). O evento teve o mesmo perfil do final dos Jogos Pan-Americanos, só que em escala menor. Desde o enredo até as formalidades tudo seguiu o mesmo padrão, “viva essa energia”. Carlos Nuzman presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) foi mais uma vez o mestre de honra. No encerramento, seu discurso foi idêntico ao do Pan. Nuzman agradeceu o governo do Rio de Janeiro, os voluntários e com o mesmo bordão encerrou sua fala: “Rio de Janeiro missão cumprida”. Andrew Parsons, Presidente do Comitê Paraolímpico das Américas, foi outro porta voz do evento que agradeceu a todos que participaram do jogo, e disse que Rio iniciou uma nova fase nos Jogos Pan e Parapan-Americano.O Ministro dos Esportes, Orlando Silva, também presente , hasteou a bandeira brasileira no mastro principal, ao som Hino Nacional . O Brasil terminou em primeiro lugar no quadro de medalhas, com 83 ouros , 68 pratas e 77 de bronze, um recorde de 228 medalhas; seguido do Canadá 113 medalhas(49 de ouro) , México, 116 (37 de ouro). A cerimônia de encerramento foi apenas para convidados, imprensa, voluntários e autoridades. O ápice do evento foi marcado no momento em que os atletas apagaram a chama Paraolímpica. Antônio Tenório campeão no judô acima 100kg, para deficientes visuais, teve a honra de ser o porta bandeira do Brasil. O judoca foi um dos que soprou a chama, e a apagou, dando fim a todo protocolo da cerimônia. A partir daí iniciou-se um show com artistas brasileiros . Sandra de Sá sacudiu os para-atletas com sucessos de sua carreira como Bye bye Brasil além de grandes musicas de outros artistas como Flor de Liz de Djavan. Jorge Vital Severino Neto presidente do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB) e o Diretor Executivo do Comitê Paraolímpico Internacional, Javier Gonzalez completaram a lista de autoridades presentes. Parapan-Futebol de 5Hermanos fregueses ? Nem tanto: Brasil suou para vencer a Argentina por 1x0
Ricardo Borges e Geyzon Lenin
(Parapan UCB News) A seleçeão brasileira de futebol de 5 para deficientes visuais venceu a Argentina por 1x0, no último dia da competição nos Jogos Parapan-americanos e garantiu a medalha de ouro para o país. Sem perder nenhum jogo e depois de ficar 420 mim sem levar gols desde o torneio Mundial de São Paulo, o Brasil fez com que os Argentinos se tornassem fregueses. No torneio Mundial, venceu os rivais por 4x0 nas semifinais e na final por 2x0. Na semifinal do Parapan o Brasil já tinha ganhado por 2x0. Na final de ontem (19), os argentinos deram mais trabalho. O gol do título só aconteceu no segundo tempo, marcado pelo paraibano Gabriel Silva, 24 anos, que sonhou na noite da competição que faria o um gol na gaveta (lá onde a coruja dorme) e ganharia dos hermanos. O jogo foi bastante disputado, os argentinos cometeram cinco faltas contra três dos brasileiros. As poucas chances de gols só surgiram no final da primeira etapa. A maior chance foi com Ricardo Alvez artilheiro da competição com nove gols, e eleito o melhor do mundo. O atleta chutou forte a bola na trave esquerda e a bola foi para fora. No segundo tempo, o Brasil começou atacando mais, e levou perigo ao gol do argentino. O gol brasileiro só aconteceu aos 43 minutos do segundo tempo, quando Gabriel Silva recebeu a bola de Ricardinho Gaúcho, e chutou forte, surpreendendo todos, e marcando um gol na “gaveta”. Segundo Gabriel, a emoção de ser campeão foi muito importante, pois estava em casa, e o Brasil merecia pela campanha no campeonato. “Treinei muito para isso . Estou muito emocionado, dedico essa medalha para a torcida e minha cidade (Paraíba)”, disse o atleta que fez cinco gols durante o Parapan do Rio. O mérito da vitória brasileira não foi somente com Gabriel. O goleiro Fábio Vasconcelos organizou a defesa e foi o olho dos atletas. “Esses atletas são demais. Me motiva a cada dia. São um lição de vida para mim”, declarou Fábio, único atleta sem deficiência a ganhar medalha nos Jogos Parapan-americanos e que, como os argentinos, também catimbou o jogo, nas reposições de bola. O goleiro até disse para o gandula: “Agora tá um a zero, vai mais devagar com a bola”. Parapan-atletismoBrasil conquista 15 medalhas na final do atletismo
E Shirlene quebra o recorde mundial no dardo
Natália Caixeta e Poliana Nunes
(Parapan UCB News) Na reta final da terceira edição dos Jogos Parapan-americanos, o atletismo acumulou mais medalhas para o Brasil. A brasiliense Shirlene Santos Coelho quebrou o recorde mundial no lançamento de dardo, categoria F35-38 (paralisados cerebrais), alcançando a marca de 27,59m. A competição ocorreu na manhã de hoje, 19 de agosto, no estádio João Havelange. Lucas Prado foi a outra vitória do dia. Ele bateu o recorde parapan-americano na prova dos 400m, categoria T 11 (deficientes visuais). O atleta, que está com fratura por estresse nas duas pernas, disse que o remédio para seu problema foi a medalha conquistada. "Estou muito feliz, consegui alcançar o meu objetivo. Essa medalha foi parceria de todos que me ajudaram", comentou Prado, que atingiu a marca de 50s44. Em seguida, a velocista Terezinha Guilhermino reanimou o público com suas conquistas. "Valeu a pena, esperava me superar e consegui. Agora meu objetivo é baixar minhas marcas", explica a atleta, que irá comemorar com a família, em Curitiba, as 15 medalhas obtidas por ela e pela irmã Sirlene Guilhermino, ouro na prova de 800 m, categoria T 13 (deficientes visuais). Na prova dos 400m, T46 (amputados e les autres), Yohansson Ferreira cumpriu a prova em 49s59, levando o ouro. Com 28 segundos de diferença, Emicarlo Souza, chegou na segunda posição. "Esse ano foi a minha melhor marca". Quanto ao seu desempenho, o atleta, que teve dengue, disse: "passei por uma tempestade, mas a gente não pode parar". A torcida sentiu a energia do ouro e foi um grande incentivo para os competidores. Para Ádria Santos, prata nos 200m, T11, o público fez a diferença. "Foi muito gostoso entrar nesse estádio cheio mais uma vez. Foi bom para mim e para o Brasil. É uma experiência para guardar para sempre, mais uma para por no meu currículo de 20 anos de carreira. O carinho do público incentivou muito, foi uma surpresa ver as pessoas assistindo, participando, e, principalmente, pelo carinho das crianças", vibrou a velocista. Hilário Neto também acolheu o carinho da torcida. "O público correspondeu maravilhosamente. Fechei a prova com mais uma medalha e a participação de todos. Só tenho a agradecer muito a Deus e comemorar", disse Hilário. Ele conseguiu a marca de 54s39 nos 400 m, T 11. Vôlei SentadoEmoções finais
Vôlei sentado faz a torcida gritar e chorar
Ana Carolina Borges e Fabiula Vasconcelos
(Parapan UCB News) A emoção tomou conta do pavilhão 3 do Riocentro na final do voleibol sentado. O Brasil venceu por 3x2 o time dos Estados Unidos, favorito, única equipe que chegara invicta ao último dia de competições. Depois de perder o segundo e o terceiro sets, a seleção se recuperou, e conseguiu levar o jogo para o tie break, quando saiu à frente, e soube administrar a vantagem, levando os norte-americanos a cometerem muitos erros. O Brasil forçou a defesa, o movimento em quadra, e usou bem o bloqueio, formando um paredão. “Os americanos não têm muita agilidade em quadra, como percebemos isso no primeiro jogo, entramos mais tranqüilos para o jogo”, afirmou Amauri Ribeiro, técnico da seleção. No final da partida muitos voluntários, torcedores e jogadores saíram chorando. Giovani Freitas, número oito, chegou a passar mal e a ser atendido na maca, mas voltou a tempo de receber a medalha dourada. “A torcida muitas vezes é aquela que pega a gente lá em baixo, e levanta. Eles foram demais”, disse o jogador Shokito, representante da capital.
Barrados no baile - A animação dentro do pavilhão do Riocentro não refletia nem de longe o que acontecia do lado de fora dos portões. A Força Nacional impedia a entrada do público, inclusive cadeirantes, que queriam assistir ao jogo, mesmo ainda tendo vagas dentro do pavilhão. “Isso é um absurdo, nem os cadeirantes têm acesso”, gritava uma das voluntárias, que também foi barrada. August 18 Diario de Bordo 18.08.07Diário de Bordo Rio de Janeiro, 18 de agosto de 2007
Quanto vale um nome?
A terceira edição dos Jogos Parapan-americanos chega ao fim e junto com os atletas sentimos o peso de uma medalha. A corrida jornalística nos ensinou o verdadeiro sentido da profissão e os desafios de uma cobertura internacional, ou seja, transitar entre o dever e o prazer, pela coragem e o tempo, alcançar vitórias e buscar novos sonhos. As dúvidas tornaram-se companheiras nessa jornada de obstáculos, mas a vontade de vencer foi o equilíbrio para as inquietações de quanto vale um nome. A cada dia novas aventuras pela Cidade Maravilhosa cercada de mistérios e encantos. Na reta final dos Jogos, o nosso trabalho vai deixando o gosto de missão cumprida e reconhecimento. A manhã de sábado foi mais um registro de ouros para o Brasil e nossa luta contra o deadline. Na final do atletismo a cobertura foi feita pela nossa guerreira Poli, que mesmo sem credencial conseguiu driblar todas as dificuldades e fazer seu trabalho; no judô Geyzon e Ricardo; na natação e no tênis de mesa, Ana Carolina e Fabiula. Eu e Bruna conseguimos fechars pautas da TV Brasil, e aproveitamos para ir à praia na Barra da Tijuca. Nosso mestre Aylê ficou no apartamento escrevendo, corrigindo matérias e sempre de olho nas notícias. Amanhã teremos mais coberturas e o encerramento na vila Parapan-americana. Levaremos do projeto Pan Parapan UCB News as amizades, a saudade dos nossos anfitriões Nelson e Mônica e o aprendizado para as Olimpíadas em Pequim. NataçãoBrasil ganha 24 medalhas em 23 provas E ainda bate dois recordes mundiais
Ana Carolina Borges e Fabiula Vasconcelos
(Panparapan UCB News) A natação mostrou a que veio nesses Jogos Parapan-Americanos e arrepiou o Maria Lenk, fazendo todos vibrarem muito. Só hoje foram 23 provas e o Brasil estava em todas, ganhando 24 medalhas, sendo nove de ouro, sete de prata e oito de bronze, e ainda bateu dois recordes mundiais e um pan-americano. André Esteves foi o primeiro a bater um recorde pan-Americano e mundial, na prova de 50m, estilo livre, categoria S10, com tempo de 24s07. Marcelo Collet fez a prova em 26s19 e garantiu o bronze. O segundo recorde pan-americano e mundial foi de Clodoaldo Silva, que somente nestes Jogos Parapan-Americanos ele levou seis de ouro, uma de prata, sete recordes Mundiais e dois Pan-americanos. O terceiro recorde Pan-americano foi de Daniel Dias que ficou com o ouro na prova dos 100m, estilo livre, categoria S5, com o tempo de 1m13s60. Francisco Avelino garantiu o bronze, com o tempo de 1m37s87. Nos 50m, estilo livre, categoria S6, dobradinha no pódio: Adriano Lima ficou com o ouro e Luis Silva com a prata. Nos 50m,estilo livre, categoria S7, o pódio foi totalmente brasileiro. Wagner Pires da Silva ficou com o ouro, Ronaldo Santos com a prata e José Medeiros ficou com o bronze. Nos 50m, estilo livre, categoria S8, o Brasil levou mais duas medalhas: Gledson Soares, prata, e Isidoro Mazotint, bronze. Embalado pela torcida que lotava o Maria Lenk, Mauro Brasil levou o ouro nos 50m, estilo livre, categoria S9. Nos 100m costas, categoria S13, Gilberto Neto ficou com o bronze. Regiane Silva ficou com o bronze nos 100m costas, categoria S13. Nos 100m, masculino, estilo livre, categoria S3, Genezi Andrade garantiu a prata. Edênia Garcia fica com o bronze na prova de 100m, estilo livre, categoria S5. Daniel Dias ficou com o ouro e Adriano Lima com a prata nos 50m borboleta, categoria S6. Nélio Almeida ficou com o ouro e José Medeiros ficou com a prata, nos 50m borboleta, categoria S7. Rodrigo Ribeiro levou a prata e Fábio Cruz o bronze nos 50m, estilo livre, categoria S11. Nos 50m, estilo livre, categoria S11, Fabiana Sugimori levou o ouro. Futebol de 7
Aos hermanos restou a prata
Brasil bate a Argentina por 5x0 no futebol de 7
Geyson Lênin e Ricardo Borges
(Panparapan UCB News) O Brasil venceu ontem (18) à tarde a seleçao argentina por 5x0, e conquistou, a medalha de ouro no torneio de futebol de 7( paralisia cerebral) dos Jogos Parapan-americanos Rio 2007. A partida aconteceu no Centro de Hóquei sobre Grama, no Complexo Esportivo de Deodoro. Os brasileiros mostraram-se superiores durante toda a partida, e ainda contaram com o apoio da torcida que pedia seguidos “olés”. O jogo nao chegou a ser violento, mas, de certa forma, catimbado, tanto por um quanto pelo outro. Foi um combate de campeoes: Brasil atual campeão paraolímpico, contra a Argentina campeã mundial. Com o resultado, a seleção brasileira garantiu também vaga nos Jogos Paraolímpicos de Pequim-2008. Renato Lima, do Brasil, marcou duas vezes. Completaram o placar Leandro Marinho, Luciano Rocha e Fermiano Neto, cada um com um gol. Logo após a partida, ainda sob intensa comemoraçao da torcida e dos jogadores, o treinador brasileiro conversou com os jornales, dizendo que "A vitória deste time é mais do que merecida, já que reúne pessoas que enfrentam diversos tipos de preconceito e dificuldade no dia-a-dia. Nossa equipe mais uma vez comprovou que é uma potência em Parapan-americanos". A medalha de bronze ficou com o Canadá, que bateu os Estados Unidos por 1 a 0, gol de por Matt Brown. Também participam do futebol de 7 do Parapan Rio 2007 as seleções da Venezuela (quinta colocada) e Colômbia. Agradeço a sua visita!
|
|||||||||||||||||||||||||||||||
|
|